20 de jun de 2012

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Inep

O Inep foi criado, por lei, no dia 13 de janeiro de 1937, sendo chamado inicialmente de Instituto Nacional de Pedagogia. No ano seguinte, o órgão iniciou seus trabalhos de fato, com a publicação do Decreto-Lei nº 580, regulamentando a organização e a estrutura da instituição e modificando sua denominação para Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos. Foi nomeado para o cargo de diretor-geral do órgão o professor Lourenço Filho.
Segundo o Decreto-Lei, cabia ao Inep "organizar a documentação relativa à história e ao estado atual das doutrinas e técnicas pedagógicas; manter intercâmbio com instituições do País e do estrangeiro; promover inquéritos e pesquisas; prestar assistência técnica aos serviços estaduais, municipais e particulares de educação, ministrando-lhes, mediante consulta ou independentemente dela, esclarecimentos e soluções sobre problemas pedagógicos; divulgar os seus trabalhos". Também cabia ao Inep participar da orientação e seleção profissional dos funcionários públicos da União.
Nas décadas anteriores à sua criação, algumas tentativas de sistematizar os conhecimentos educacionais e propor melhorias ao ensino já haviam sido articuladas, sem conseguir, no entanto, ter a continuidade desejada. O Inep configurou-se, então, no primeiro órgão nacional a se estabelecer de forma duradoura como "fonte primária de documentação e investigação, com atividades de intercâmbio e assistência técnica" (Lourenço Filho, M. B. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, v 95, jul./set.1964), como dizia a lei. Nos anos seguintes à sua criação, o Inep tornou-se uma referência para a questão educacional no País.
O ano de 1944 foi importante para o Inep, principalmente devido ao lançamento da Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (RBEP), que ocorreu no mês de julho. Todas as informações educacionais produzidas pela autarquia passaram a ser publicadas neste veículo, que até hoje atende aos gestores, pesquisadores e estudiosos da Educação.
Em 1952, assumiu a direção do Instituto o professor Anísio Teixeira, que passou a dar maior ênfase ao trabalho de pesquisa. (Leia sua declaração no dia da posse). Seu objetivo era estabelecer centros de pesquisa como um meio de "fundar em bases científicas a reconstrução educacional do Brasil". (Relatório do Inep 50 anos, 1987). A idéia concretizou-se com a criação do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais (CBPE), com sede no Rio de Janeiro, e dos Centros Regionais, nas cidades de Recife, Salvador, Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre. Tanto o CBPE como os centros regionais estavam vinculados à nova estrutura do Inep.
Em 1972, o Inep foi transformado em órgão autônomo, passando a denominar-se Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, que objetivava realizar levantamentos da situação educacional do País. Esses levantamentos deveriam subsidiar a reforma do ensino em andamento – mediante a Lei nº 5.692/71 –, bem como ajudar na implantação de cursos de pós-graduação. Um ano depois, os Centros Regionais, que haviam se agregado em parte às universidades ou às secretarias de educação dos Estados, foram extintos. Em 1976, a sede do Inep foi transferida para Brasília. No ano seguinte, o CBPE foi extinto, marcando o fim do modelo idealizado por Anísio Teixeira e que deu ao Inep reconhecimento nacional e internacional.
Em 1981 foi lançado o Em Aberto, que possuía um caráter técnico e de assessoramento interno ao MEC, sendo modificado, mais tarde, para o atendimento de professores e especialistas fora da estrutura do Ministério.
Com o governo da Nova República, em 1985, o Inep passou por um novo desenho institucional. Retirou-se do fomento à pesquisa, para retomar sua função básica de suporte e assessoramento aos centros decisórios do Ministério da Educação.
Após o período de dificuldades pelas quais passou no início do governo Collor, quando quase foi extinto, o Inep iniciou um outro processo de reestruturação e redefinição de sua missão, centrada em dois objetivos:
  • reorientação das políticas de apoio a pesquisas educacionais, buscando melhorar sua performance no cumprimento das funções de suporte à tomada de decisões em políticas educacionais;
  • reforço do processo de disseminação de informações educacionais, incorporando novas estratégias de modalidades de produção e difusão de conhecimentos e informações.
No início dos anos 90, o Inep atuou como um financiador de trabalhos acadêmicos voltados para a educação. A partir de 1995 houve o processo de reestruturação do órgão. Com a reorganização do setor responsável pelos levantamentos estatísticos, pretendia-se que as informações educacionais pudessem, de fato, orientar a formulação de políticas do Ministério da Educação.
O primeiro passo se deu com a incorporação do Serviço de Estatística da Educação e Cultura (Seec), em 1996, à Secretaria de Avaliação e Informação Educacional (Sediae), do Ministério da Educação. O Seec, criado em 1937, era um órgão do Poder Executivo, com longa tradição na realização de levantamentos estatísticos na educação brasileira. Em 1997, a Sediae é integrada à estrutura do Inep, passando a existir, a partir desta data, um único órgão encarregado das avaliações, pesquisas e levantamentos estatísticos educacionais no âmbito do governo federal. Nesse mesmo ano, o Inep foi transformado em autarquia federal.
Nos últimos anos, o Instituto reorganizou o sistema de levantamentos estatísticos e teve como eixo central de atividades as avaliações em praticamente todos os níveis educacionais.

anhanguera

Conheça a Anhanguera

A Anhanguera Educacional organizou-se como uma companhia de capital aberto em 2003, sendo a sucessora da então existente Associação Lemense de Educação e Cultura, entidade mantenedora do Centro Universitário Anhanguera (Leme e Pirassununga); da Faculdade Comunitária de Campinas e das Faculdades Integradas de Valinhos. O mesmo ocorreu com o Instituto Jundiaiense de Educação e Cultura, entidade mantenedora da Faculdade Politécnica de Jundiaí e com o Instituto de Ensino Superior Anhanguera, entidade mantenedora da Faculdade Politécnica de Matão.
Essas associações, todas de natureza não lucrativa, foram a base legal para a transformação de cada uma delas em sociedades educacionais (nos moldes de sociedades anônimas): Sociedade Educacional de Leme S.A., Sociedade Educacional de Jundiaí e Sociedade Educacional de Matão, forma organizacional então pensada e preparada para a futura abertura de seu capital na Bolsa de Valores.
Dessas três sociedades anônimas surgiu a Anhanguera Educacional, hoje definida como a sociedade mantenedora de todas as demais unidades educacionais existentes, sejam faculdades, centros universitários ou universidades. Assim, desde 2004, os novos cursos e unidades orgânicas ou adquiridas estão sob a mantença da instituição.
Ao longo da sua trajetória, a Anhanguera Educacional vivenciou diversas fases de crescimento: a primeira, de expansão dos seus cursos superiores e da sua base física, até 1998; a segunda, de otimização e qualificação dos seus currículos e projetos pedagógicos, até 2003; e a terceira, de reorganização estrutural, administrativa e financeira, tendo esta última se dado com o ingresso de novos parceiros-sócios e investidores.

Objetivos

A Anhanguera tem como objetivo geral oferecer aos seus estudantes uma sólida base de conhecimentos, competências e habilidades. A intenção é desenvolver uma aprendizagem significativa, capacitando-os para implementar seus projetos de vida.

Conheça também os objetivos específicos da instituição:

  1. Conduta ética associada a responsabilidade social e profissional.
    1
  2. Desenvolvimento da capacidade de compreensão, produção e transmissão dos saberes adquiridos. 2
  3. Desenvolvimento da capacidade de equacionar problemas e buscar soluções diante das demandas individuais e sociais. 3
  4. Permanente busca de prevenção e solução dos conflitos individuais e coletivos, com vistas ao bem-estar social. 4
  5. Desenvolvimento da capacidade de realizar investigações científicas e raciocínios logicamente consistentes, de leitura, compreensão e produção de textos em um processo comunicativo próprio ou em equipe, de julgamento e de tomada de decisões e, sobretudo de aprender a aprender, para sua educação permanente. 5

Visão

A Anhanguera tem como visão ser uma das maiores instituições de ensino superior do mundo e oferecer aos seus alunos a melhor relação custo versus qualidade.

Valores e Crenças

  1. Ao aprendizado formal devem ser acrescentados o estudo e a prática da ética, contribuindo, assim, para a formação de um cidadão consciente dos seus deveres e direitos, dotado de uma vida social compartilhada e solidária. 6
  2. Os alunos são corresponsáveis pelo aprendizado eficiente e eficaz, devendo dedicação aos propósitos, compromissos e objetivos assumidos. 7
  3. Os alunos desenvolverão suas habilidades e competências quando motivados pelos docentes, hoje entendidos como facilitadores da aprendizagem. 8
  4. A responsabilidade social da instituição compreende os preceitos de inclusão social e promoção da igualdade de direitos e oportunidades, com vistas à ascensão dos indivíduos na sociedade globalizada. 9
  5. É dever da instituição e de seus educandos o respeito, a promoção e a defesa dos direitos humanos, da qualidade de vida e do meio ambiente. 10
  6. O bom ensino, ministrado de forma eficiente, com qualidade e seriedade, traduz-se em uma aprendizagem eficaz, útil ao estudante, para que este desenvolva suas habilidades e competências com vistas ao seu projeto de vida. 11
  7. O ensino superior de qualidade, além de atender aos interesses e anseios dos educandos, baseia-se também na qualidade dos professores e de outros agentes educacionais que interagem na formação discente. 12
  8. O bom ensino superior, para resultar em uma aprendizagem eficaz, deve ter embasamento teórico e prático, quer pelo emprego de metodologias apropriadas, quer pelo uso de tecnologias educacionais e da informática como multimeios auxiliares, além do uso sistemático do livro-texto em cada disciplina. 13
  9. O processo de aprendizagem, para ser eficiente e eficaz, deve ser fomentado e implementado constantemente, além de avaliado em função dos objetivos propostos, de forma coerente, nos termos do projeto pedagógico de cada curso.

15 de jun de 2012

fuvest

CONCURSO VESTIBULAR FUVEST 2013
Isenção/Redução de Taxa de Inscrição
Informe nº 03/2013 – 22/05/2012
Deliberação sobre isenção / redução de taxa de inscrição para o Concurso Vestibular FUVEST 2013
O Presidente do Conselho Curador da FUVEST, de acordo com as normas estatutárias, e com fundamento no artigo 3º do Estatuto da FUVEST, autoriza a concessão de isenção total e, também, redução do valor da taxa de inscrição do vestibular FUVEST 2013, conforme determina a Lei Estadual nº 12.782, de 20/12/2007. O processo será conduzido pela Superintendência de Assistência Social da Universidade de São Paulo (SAS/USP), conforme segue:
Artigo 1º - Os candidatos ao Vestibular FUVEST 2013 poderão solicitar isenção/redução de taxa de inscrição para o exame, desde que comprovem insuficiência de recursos financeiros para pagamento da referida taxa, conforme as disposições e requisitos que se seguem.
O candidato deverá apresentar comprovação relativa à:
I. escolaridade:
a. candidato com ensino médio completo: documento que comprove a realização de todo o ensino médio em escola pública do Brasil;
b. candidato cursando terceiro ano do ensino médio: documento que comprove a conclusão dos dois primeiros anos do ensino médio em escola pública do Brasil e, ainda, que registre estar matriculado no 3º ano do ensino médio em escola pública do Brasil em 2012 ou
c. candidato cursando segundo ano do ensino médio: documento que comprove a conclusão do primeiro ano do ensino médio em escola pública do Brasil e, ainda, que registre estar matriculado no 2º ano do ensino médio em escola pública do Brasil em 2012.
II. renda familiar, que não deve ultrapassar os padrões estabelecidos pelos critérios socioeconômicos definidos pela SAS/USP, referente ao mês corrente ou de, no máximo, 3 meses anteriores;
III. residência no Brasil.
Artigo 2º - À Superintendência de Assistência Social da Universidade de São Paulo (SAS/USP) caberá, em concordância com a FUVEST, o estabelecimento dos critérios socioeconômicos, a aplicação e o controle executivo das isenções/reduções solicitadas, conforme disposto no Artigo 1º da presente Deliberação.
Parágrafo Único - As atribuições da SAS/USP, previstas nesse artigo, referem-se especificamente às atividades de avaliação e indicação nominal dos beneficiados.
Artigo 3º - O período para inscrição ao processo será definido pela SAS/USP, em conformidade com a FUVEST.
Artigo 4º - O montante financeiro, bem como os modos de pagamento decorrentes da presente Deliberação, serão propostos e dimensionados pela FUVEST, que por eles responderá.
Artigo 5º - Esta Deliberação entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Regulamento para concessão de isenção total ou parcial de taxa de inscrição para o Concurso Vestibular FUVEST 2013
O Superintendente da Superintendência de Assistência Social da Universidade de São Paulo, no uso de suas atribuições, comunica as normas para a solicitação de isenção total ou parcial do pagamento de taxa de inscrição para o Vestibular FUVEST 2013.
I. DAS INSCRIÇÕES
1 - Os interessados em participar do programa de isenção total/redução do pagamento de taxa de inscrição para o Vestibular FUVEST 2013, bem como beneficiar-se da Lei Estadual 12.782, de 20/12/2007, devem inscrever-se por meio eletrônico (Internet) no site www.fuvest.br, do dia 11 de junho de 2012 ao dia 03 de agosto de 2012, seguindo as orientações do programa.
2 - A SAS/USP disponibilizará o endereço de e-mail isento2013@usp.br durante o período de 11 de junho de 2012 a 03 de agosto de 2012, para receber e esclarecer dúvidas de candidatos interessados em inscrever-se para o processo de isenção/redução descrito no presente regulamento.
3 - As cópias de documentos que comprovem a situação declarada pelo candidato, mais a ficha SAS/USP, emitida ao término da inscrição pelo site, deverão ser encaminhadas para a FUVEST por meio de correspondência registrada, ao endereço abaixo, com data máxima de postagem nos correios até 06 de agosto de 2012, devendo constar no envelope:
Código 01
FUVEST - Fundação Universitária para o Vestibular
Rua Alvarenga 1945/1951 - Butantã
05509-004 - São Paulo - SP
4 - Para a solicitação de isenção total ou de 50%, de que trata a Deliberação do Conselho Curador da FUVEST, o candidato deverá anexar o formulário impresso ao final da inscrição eletrônica e cópia simples dos seguintes documentos:
a. Documento de identificação (Cédula de Identidade) do candidato.
b. Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do candidato.
c. Documento que comprove a realização de todo o ensino médio em escola do sistema público de ensino (municipal, estadual ou federal) ou documento que comprove a conclusão dos dois primeiros anos do ensino médio em escola do sistema público de ensino e, ainda, que registre estar matriculado no 3º ano do ensino médio em escola do sistema público de ensino, ou documento que comprove a conclusão do primeiro ano do ensino médio em escola do sistema público do Brasil e, ainda, que registre estar matriculado no 2º ano do ensino médio em escola do sistema público de ensino do Brasil.
d. Como comprovantes da renda declarada, será aceito um dos documentos relacionados abaixo, referentes ao mês corrente ou de, no máximo, 3 meses anteriores:
. Contracheque ou recibo de pagamento por serviços prestados ou envelope de pagamento ou declaração do empregador.
. Declaração assinada pelo próprio, para os autônomos e trabalhadores em atividades informais, contendo as seguintes informações: nome, atividade que desenvolve, local onde a executa, telefone, há quanto tempo a exerce e renda bruta mensal em reais (original).
. Extrato de rendimentos fornecido pelo INSS ou outras fontes, referente à aposentadoria, auxílio-doença, pensão, pecúlio, auxílio-reclusão e previdência privada. Na falta destes, extrato bancário identificado, com o valor do crédito do benefício.
. Recibo de comissões, aluguéis, pró-labores e outros.
. Recibo de seguro-desemprego e do FGTS.
. Rescisão do último contrato de trabalho.
. Comprovante do valor da pensão alimentícia. Na falta deste, extrato ou declaração de quem a concede, especificando o valor.
. Comprovantes de benefícios concedidos por Programas Sociais, como bolsa-escola e cheque-cidadão.
. Declaração da pessoa que lhe concede ajuda financeira, pagamento de despesas com escola e outras, contendo as seguintes informações: nome, endereço, telefone, valor concedido e finalidade (original).
e. Comprovante de residência (conta de água, luz, telefone ou IPTU).
5 - A concessão da redução de 50% do valor da taxa de inscrição de que trata a Lei Estadual 12.782 ficará condicionada à apresentação pelo candidato de documentação comprobatória, conforme especificado a seguir.
a. Quanto à comprovação da condição de estudante, será aceito um dos seguintes documentos:
. Certidão ou declaração, expedida por instituição de ensino pública ou privada, atestando matrícula em 2012.
. Carteira de identidade estudantil ou documento similar, expedido por instituição de ensino pública ou privada, ou por entidade de representação discente, com validade no ano corrente.
b. Quanto à comprovação de renda, será aceito um dos seguintes documentos, referentes ao mês corrente ou, no máximo, de três meses anteriores:
. Contracheque ou recibo de pagamento por serviços prestados ou envelope de pagamento ou declaração do empregador;
. Extrato de rendimentos fornecido pelo INSS ou outras fontes, referente à aposentadoria, auxílio-doença, pensão, pecúlio, auxílio-reclusão e previdência privada. Na falta destes, extrato bancário identificado, com o valor do crédito do benefício;
. Recibos de comissões, aluguéis, pró-labores e outros;
. Comprovante de recebimento de pensão alimentícia. Na falta deste, extrato ou declaração de quem a concede, especificando o valor;
. Comprovantes de benefícios concedidos por Programas Sociais, como bolsa-escola e cheque- cidadão;
. Declaração original, assinada pelo próprio interessado, para autônomos e trabalhadores em atividades informais, contendo as seguintes informações: nome, atividade que desenvolve, local onde a executa, telefone, há quanto tempo exerce a atividade e renda bruta mensal em reais.
c. Quanto à comprovação da condição de desempregado, será aceito um dos seguintes documentos:
. Recibos de seguro-desemprego e do FGTS;
. Documentos de rescisão do último contrato de trabalho, mesmo que temporário. No caso de contrato em carteira de trabalho, anexar, ainda, cópias das páginas de identificação;
. Declaração original, assinada pelo próprio interessado, contendo as seguintes informações: qual a última atividade, local em que era executada, por quanto tempo tal atividade foi exercida e data do desligamento.
Obs: Serão considerados desempregados os candidatos que, tendo sido já empregados, formal ou informalmente, estiverem sem trabalho no momento e no período de até 12 meses anteriores à presente solicitação.
6 - O candidato que não apresentar os documentos requeridos nos itens 4 e 5 não terá sua solicitação analisada.
II. DA AVALIAÇÃO SOCIOECONÔMICA
1 - Inicialmente, a SAS/USP realizará uma triagem, a fim de verificar se o formulário para solicitação de isenção/redução encontra-se preenchido corretamente.
2 - Após essa verificação, os pedidos serão classificados de acordo com os seguintes critérios: renda por pessoa da família e demais itens constantes no questionário socioeconômico.
3 - Para a solicitação de isenção/redução de que trata a deliberação do Conselho Curador da FUVEST, fica definido que o requerente, para atingir isenção total, deve ter renda individual (no caso de ser responsável pelo próprio sustento e residir sozinho) ou esteja integrado em uma família com renda máxima correspondente a R$ 809,00 por indivíduo pertencente ao domicílio e que, para atingir 50% de redução na taxa, esses valores serão de R$ 809,01 até o máximo de R$ 1.555,00.
4 - Para a solicitação de redução de 50% do valor da taxa de inscrição de que trata a Lei Estadual 12.782, fica definido que o requerente deve ter renda individual de, no máximo, R$ 1.244,00.
5 - A qualquer momento, a Divisão de Promoção Social da SAS/USP poderá efetuar visita domiciliária à família do solicitante, como instrumento adicional de avaliação da situação socioeconômica do requerente e da sua família.
III. DA DIVULGAÇÃO DAS SOLICITAÇÕES DEFERIDAS E DOS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA INSCRIÇÃO AO VESTIBULAR FUVEST 2013
1 - A partir do dia 20/08/2012, será disponibilizada no site www.fuvest.br a consulta individual à lista geral dos beneficiados.
2 - Os beneficiados deverão, no período de 24/08 a 10/09/2012, proceder à sua inscrição para o Vestibular FUVEST 2013, no site da FUVEST.
3 - O deferimento pela SAS/USP da solicitação de isenção/redução de taxa não significa que o interessado já se encontre inscrito no Vestibular FUVEST 2013.

uerj vestibular

Instruções para a prova

O candidato deverá apresentar-se no local da prova, no dia indicado no calendário (Anexo 1), às 8 (oito) horas, munido de Cartão de Confirmação de Inscrição, de qualquer um dos documentos de identificação original indicados no item 3.2.1 e de caneta esferográfica preta ou azul.

A prova terá início às 9 (nove) horas e duração de 4 (quatro) horas.

Não será permitida a entrada de candidato após o horário estabelecido para o início da prova; neste caso, o candidato será considerado eliminado do Exame de Qualificação que estiver sendo realizado.

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aplicativo para celular Vestibular UERJ


VESTIBULAR ESTADUAL NO CELULAR
 
O aplicativo para celular Vestibular UERJ é gratuito, fácil de navegar e reúne as informações mais importantes sobre o Vestibular Estadual, além de textos da Revista Eletrônica do Vestibular e uma área de acesso restrito onde o candidato poderá consultar o Recibo de Inscrição e o boleto para pagamento da taxa de inscrição.
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UERJ Revista Eletrônica

A Revista
A Revista Eletrônica do Vestibular da UERJ é uma publicação on-line, de periodicidade quadrimestral, criada com o objetivo de estabelecer um canal permanente entre a universidade e o público do ensino médio em geral. Por meio da interatividade presente em todas as suas seções, alunos e professores poderão aprofundar o contato com a comunidade acadêmica.
Seu conteúdo está estruturado por seções como colunas, entrevistas, carreiras e textos comentados. Além disso, as questões das provas do Vestibular Estadual são apresentadas com comentários das respectivas bancas elaboradoras.
Dúvidas, sugestões, elogios e até críticas são bem-vindos. Para isso, Fale com a Revista.
Equipe da Revista Eletrônica do Vestibular da UERJ

Departamento de Seleção Acadêmica - DSEA
Revista Eletrônica do Vestibular
Diretora
Elisabeth Hadad Murad
Coordenadora acadêmica
Stella Amadei
Coordenador administrativoAldair Pereira
Coordenador de informáticaMauro Behring
Coordenadora operacional
Sonia Regina S. Souza
AssessoriaAna Cláudia Souza, Inez Guimarães e Vera Lúcia Ribeiro
Editor responsável
Mauro Behring
Supervisão de textoIsabel Cristina Rodrigues
Programação visualElisangela Fraga e Leonardo Sobral
Programação webRafael Bernard Araújo
DigitaçãoMárcia Marques
Tratamento de imagensFlávio Sendin
DivulgaçãoDanielle Gomes
Márcia Marques
Idealização e criação do projeto
Stella Amadei

faetec

A Fundação de Apoio à Escola Técnica (FAETEC), vinculada à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (SECT), oferece educação profissional gratuita, em diversos níveis de ensino, à população do Estado do Rio de Janeiro. Criada em 10 de junho de 1997, a Fundação reúne Escolas Técnicas Estaduais; Unidades de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Industrial e Comercial; Institutos Superiores de Educação e Tecnologia, e Centros de Educação Tecnológica e Profissionalizante.

A estrutura de ensino da FAETEC apresenta de modo primordial a educação técnica como um pilar relevante na formação do indivíduo. Sendo assim, o aluno pode optar por uma gama variada de 40 cursos técnicos integrantes de distintas áreas, nas quais pode-se ressaltar as destinadas ao segmento de saúde, como Enfermagem e Patologia Clínica; gestão, Administração e Contabilidade, e Comunicação, Propaganda e Marketing e Design Gráfico.

Em nível superior, também são oferecidos inúmeros cursos, entre eles, os de Tecnologia em Sistemas de Informação, Gestão Ambiental, de Produção de Polímeros e Gestão em Construção Naval e Offshore.

Os cursos de idiomas (inglês, francês e espanhol), informática, telemarketing, vendas e recepção, dentre outros, com duração média de quatro meses, também compõem esta rede de ensino da FAETEC.


Estrutura Operacional

 Presidência  Diretoria de Implantação e Logística
 Chefia de Gabinete Diretoria de Engenharia, Arquitetura e Manutenção
 Vice-Presidência Administrativa Diretoria de Educação Superior
 Vice-Presidência Educacional Diretoria de Formação Inicial e Continuada
 Assessoria de Comunicação Diretoria de Desenvolvimento Educacional
Assessoria Jurídica Diretoria de Articulação Institucional da Educação
Assessoria de Controle Interno Coordenação de Certificações do Sistema de Gestão
Diretoria Administrativa
 

12 de jun de 2012

PUC Minas

MISSÃOA missão explicita a razão da existência da nossa Instituição
Promover o desenvolvimento humano e social, contribuindo para a formação humanista e científica de profissionais competentes, que tenha como base valores da ética e da solidariedade e compromisso com o bem comum, mediante a produção e disseminação das ciências, das artes e da cultura, a interdisciplinaridade e a integração entre a Universidade e a sociedade.

PRINCÍPIOS
A Universidade orienta suas ações, em consonância com o artigo 4º do seu Estatuto, pelos seguintes princípios:

• Fidelidade à doutrina cristã e respeito aos princípios da Igreja Católica, em seu compromisso missionário para com a educação superior.
• Promoção do bem comum e da dignidade da pessoa humana.
• Promoção da formação solidária, interdisciplinar e humanística, orientada por uma perspectiva ética, cristã e católica, respeitadas a autonomia universitária e a liberdade acadêmica.
• Compromisso com a inclusão e a justiça social.
• Integração e pluralismo na articulação e nas concepções de ensino, pesquisa e extensão, respeitados os projetos pedagógicos e as diretrizes fixadas pelos órgãos de deliberação superior.
• Valorização do mérito acadêmico.

VALORES
Em consonância com o PPI (Projeto Pedagógico Institucional) da Universidade, os seguintes valores devem ser considerados:
• Igualdade – de valor dos seres humanos e garantia de igualdade de direitos entre eles.
• Liberdade – de criação, de expressão do pensamento e de produção de conhecimento.
• Autonomia – capacidade de formular leis em liberdade e se reger por elas.
• Pluralidade – expressão de igualdade e diferença entre pessoas, iguais porque humanas e diferentes porque singulares.
• Solidariedade – adesão à causa do outro, fundada no respeito mútuo e na interlocução entre sujeitos da sociedade.
• Justiça – orientada pela igualdade de direitos e pelo respeito às diferenças.

VISÃO
A visão da
MISSÃOA missão explicita a razão da existência da nossa Instituição
Promover o desenvolvimento humano e social, contribuindo para a formação humanista e científica de profissionais competentes, que tenha como base valores da ética e da solidariedade e compromisso com o bem comum, mediante a produção e disseminação das ciências, das artes e da cultura, a interdisciplinaridade e a integração entre a Universidade e a sociedade.

PRINCÍPIOS
A Universidade orienta suas ações, em consonância com o artigo 4º do seu Estatuto, pelos seguintes princípios:

• Fidelidade à doutrina cristã e respeito aos princípios da Igreja Católica, em seu compromisso missionário para com a educação superior.
• Promoção do bem comum e da dignidade da pessoa humana.
• Promoção da formação solidária, interdisciplinar e humanística, orientada por uma perspectiva ética, cristã e católica, respeitadas a autonomia universitária e a liberdade acadêmica.
• Compromisso com a inclusão e a justiça social.
• Integração e pluralismo na articulação e nas concepções de ensino, pesquisa e extensão, respeitados os projetos pedagógicos e as diretrizes fixadas pelos órgãos de deliberação superior.
• Valorização do mérito acadêmico.

VALORES
Em consonância com o PPI (Projeto Pedagógico Institucional) da Universidade, os seguintes valores devem ser considerados:
• Igualdade – de valor dos seres humanos e garantia de igualdade de direitos entre eles.
• Liberdade – de criação, de expressão do pensamento e de produção de conhecimento.
• Autonomia – capacidade de formular leis em liberdade e se reger por elas.
• Pluralidade – expressão de igualdade e diferença entre pessoas, iguais porque humanas e diferentes porque singulares.
• Solidariedade – adesão à causa do outro, fundada no respeito mútuo e na interlocução entre sujeitos da sociedade.
• Justiça – orientada pela igualdade de direitos e pelo respeito às diferenças.

VISÃO
A visão da PUC Minas para o horizonte 2012-2016 explicita o seu desafio estratégico e sinaliza a direção a ser perseguida por todos:

Ser uma instituição católica de educação cada vez mais reconhecida pela capacidade de gerar conhecimento e inovações, bem como promover a inclusão social e consolidar alianças nacionais e internacionais, atuando nas diversas áreas de conhecimento com eficiência, com agilidade e com adequada dimensão em sua estrutura acadêmicoadministrativa, assegurando a sua contemporaneidade, qualidade e sustentabilidade. para o horizonte 2012-2016 explicita o seu desafio estratégico e sinaliza a direção a ser perseguida por todos:
Ser uma instituição católica de educação cada vez mais reconhecida pela capacidade de gerar conhecimento e inovações, bem como promover a inclusão social e consolidar alianças nacionais e internacionais, atuando nas diversas áreas de conhecimento com eficiência, com agilidade e com adequada dimensão em sua estrutura acadêmicoadministrativa, assegurando a sua contemporaneidade, qualidade e sustentabilidade.
 http://www.pucminas.br/portal/index_padrao.php?pagina=990

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