O Vai Nessa Brasil é o seu guia definitivo para explorar as belezas e curiosidades do nosso país. Aqui compartilhamos roteiros autênticos, dicas de economia para viajantes e o olhar de quem vive a estrada de verdade. Se você busca o próximo destino ou quer conhecer as riquezas do interior de Minas e além, vai nessa com a gente!
Iguarias Brasileiras Exóticas: Sabores Surpreendentes de Norte a Sul Quando pensamos em culinária brasileira, pratos como feijoada, churrasco e pão de queijo são os primeiros que vêm à mente. No entanto, a vastidão do nosso território esconde uma gastronomia riquíssima e, para muitos, completamente exótica. Ingredientes da floresta, insetos com gosto de castanha e técnicas ancestrais moldam pratos que desafiam o paladar e contam a história das nossas regiões. Se você gosta de explorar sabores fora do comum, preparamos um roteiro com as principais iguarias exóticas do Brasil e onde você pode encontrá-las. 1. Farofa de Formiga Içá (Sudeste) Herança direta dos povos indígenas, o hábito de comer a formiga içá (a fêmea da saúva) é muito forte no interior de São Paulo e no Vale do Paraíba. Coletadas durante as chuvas da primavera, elas têm as pernas e asas removidas, são torradas na banha e misturadas à farinha de mandioca. Quem prova garante que a textura é crocante e o gosto lembra mui...
Domingo começou cedo por aqui e eu saí para dar um rolezinho pelas ruas da minha amada Beagá. A ideia principal era conferir a exposição da rainha Clara Nunes lá no Museu da Moda. Cheguei lá na porta, toda animada, mas tinha uma plaquinha informando que a exposição rola só de quarta a sábado. Paciência, né? Mas podem apostar que essa semana eu volto lá!
A Clara Nunes não é da minha época, mas gente, que voz, que letras! As músicas dela têm uma energia, uma pegada espiritual que me arrepia. É muito bom de ouvir, de verdade.
Mas enfim, já que saí de casa cedinho, dei um pulo no nosso glorioso Mercado Central. Ah, que lugar! Pra começar bem o dia, não resisti a um pastel de queijo minas daqueles de comer rezando, acompanhado de uma garapa de cana bem geladinha. Que delícia, viu?
De barriga cheia, continuei minha caminhada rumo ao Museu da Moda. No caminho, olha só quem eu encontro: um raizeiro com uma variedade incrível de ervas! Bati um papo super legal com ele, um cara muito simpático. A esposa dele, que era uma indígena, estava junto e me ensinou um monte sobre as propriedades das plantas. Fiquei uns 30 minutos ali trocando ideia e acabei comprando uma erva na mão dele por dez reais. Ele me indicou um chá, e eu segui meu caminho.
Chegando ao Museu da Moda, como já contei, estava fechado. Dei uma sentadinha rapidinho numa praça ali perto pra descansar as pernas e já fui direto pra Feira de Artesanato da Afonso Pena. Lá não podia faltar, né? Procurei logo uma barraquinha de churrasco, sentei e mandei um espetinho de coração pra dentro. E claro, depois fui caçar meu acarajé, que é lei quando a gente vai na feira!
De lá, peguei o rumo do Parque Municipal. Chegando lá, tava rolando um show de black soul super animado, com um monte de gente dançando. Fiquei curtindo um pouco a vibe e depois fui dar uma olhada na lagoa. E olha só, as canoas estavam bombando! O povo tava com uma vontade danada de remar, viu? kkkk
Aí fui procurar um banheiro e, do nada, aparece uma moça perto de mim chorando. Sabe por quê? Tinha brigado com o namorado! Kkkk, gente, normal, né? O Parque Municipal vive cheio de casal de namorados, acho que é o point preferido deles. A gente anda e vê casalzinho pra todo lado!
E depois dessa cena, peguei a estrada de volta pra casa. E foi assim o meu domingo, cheio de cultura, encontros inesperados e um pouquinho de drama de casal! 😉
Comentários
Postar um comentário
deixe aqui sua mensagem